Aquilo que o Sporting Clube de Portugal precisa neste momento é de reinventar-se. De adoptar um modelo de jogo, uma estrutura, que não pareça mas seja profissional e séria. Uma estrutura que se rodeie dos meios económicos necessários. O Sporting vende. O Sporting pode atrair os adeptos ao estádio. As Game Box podem voltar a ser vendidas a grande ritmo.
Mas tudo começa com os apoios da banca. Sem ela nada se faz por estes dias.
Depois, um balneário coeso e forte passa por um Director Desportivo que saiba lidar com as diferentes personalidades, impondo respeito e privilegiando a comunicação.
O treinador, tido como elo mais fraco, terá de ser o elo mais forte. O que interessa em Alvalade é que o treinador não venha a prazo para salvar uma época; o que interessa é adoptar-se um modelo de jogo, transversal às diferentes camadas, desde iniciados a juniores. Um treinador de nível mundial pode marcar uma era.

Eduard Agim Abazaj é para o retríssimo um nome sonante da mediania, que na década de 90, chegou a Portugal, para assinar pelo Benfica. Segundo o próprio Abazaj, nascido em Tirana na Albânia, a passagem pela Luz não foi mais inconsequente porque deixou o clube “por iniciativa própria”!

